A depressão é um mal cada vez maior no mundo individualista e competitivo em que vivemos.
E infelizmente ela pode prejudicar toda a nossa vida, incluindo o rendimento no trabalho, relacionamentos, desportos, enfim, toda as nossas atividades.
O primeiro passo para vencê-la é reconhecer o problema e procurar um bom tratamento.
O que causa a depressão?
A depressão pode ser causada por desequilíbrios químicos associados com o corpo físico ou ser resultado de um stress mental, que pode afetar a saúde de forma profunda.
Há autores naturalistas que relacionam a depressão com a alta carga de toxinas no corpo.
Por isso uma alimentação saudável, associada a exercícios físicos e a exposição frequente ao sol (vitamina D é antidepressiva), são ótimas opções de tratamentos naturais.
Nesta matéria, vamos ensinar mais dois excelentes tratamentos naturais para a depressão e que também servem para combater a ansiedade.
Um é o chá de alecrim e maracujá, dois poderosos antidepressivos naturais.
O outro é um exercício físico que a maioria não dá nada por ele, mas seus resultados são a maior prova de que ele é uma valiosa ajuda para o problema.
Vamos começar com o chá.
  • Vai ferver uma xícara de água.
  • Depois, vai acrescentar uma colher (sobremesa) das folhas de maracujá (vende em lojas de produtos naturais) ou da polpa da fruta (com semente e tudo) e uma colher (sobremesa) de alecrim (pode ser fresco ou seco).
  • Tampe a panela, espere uns 15 minutos, coe e tome chá.
  • Tome no máximo três chávenas por dia.
A outra dica é um exercício bem conhecido pelos praticantes da programação neurolinguística.
  • Basta você erguer os olhos (não a cabeça, só os olhos) e concentrar sua atenção no teto da sua casa ou no céu, por exemplo.
  • Faça isso por cerca de 3 minutos todos os dias.
  • Pesquisas e observações mostram que pessoas depressivas olham muito para baixo e, como consequência, despertam a imagem mental da tristeza, piorando a situação.
  • Ao olhar para cima, os olhos mandam para o cérebro uma mensagem de ânimo e confiança, o que ajuda a combater a depressão.
Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui o trabalho de um especialista. Consulte sempre seu médico.


As pessoas se preocupam muito com a saúde física e, muitas vezes, se esquecem da psicológica.
  • É justamente a saúde mental que influencia todas as atividades e funções do corpo.
  • Nos dias atuais, de muito stress e frustrações, o consumo de antidepressivos infelizmente é bastante comum.
O problema é que esses medicamentos químicos têm efeitos colaterais, como:
  • – Convulsões
  • – Dificuldade para caminhar
  • – Problemas de memória
  • – Pele ou olhos amarelados
  • – Mudanças de humor (como pensamentos suicidas, alucinações)
  • – Perda da coordenação motora
  • – Fala arrastada ou dificuldade em falar
Por isso a melhor solução é buscar alternativas naturais.
Aqui estão algumas:
1. Lavanda (ou alfazema)
  • A erva tem um cheiro agradável e trata distúrbios nervosos e depressão moderada.
  • A lavanda possui propriedades neuroprotetoras que ajudam no caso de distúrbios neurológicos e evitam oscilação de humor.
  • Você pode consumir a lavanda fazendo um chá.
  • Ou, se desejar, adicione algumas gotas de óleo essencial de lavanda na hora do banho e relaxe.
  • Há também a opção de colocar algumas flores secas na fronha do seu travesseiro, antes de dormir.
Atenção, pois esta erva pode ter efeitos colaterais, como irritação – caso seja aplicada sobre a pele -, aumento de apetite ou dor na cabeça.
2. Erva-de-São-João
  • Esta é uma planta que pode ser encontrada facilmente e é um ótimo antidepressivo.
  • É importante consultar o seu médico antes de consumir a planta.
  • Apesar de não serem comuns os efeitos colaterais, apenas se usada em excesso, ela pode provocar reações alérgicas à exposição solar.
Além disso, pode causar erupções cutâneas, diarreia, nervosismo, ansiedade, irritabilidade, tonturas, dor de cabeça, dor de estômago, fadiga, sensação de formigueiro, boca seca e problemas para dormir.
3. Valeriana
  • Ela combate dor de cabeça, ansiedade e insónia.
  • Ela costuma ser uma alternativa bastante segura, mas acontece, em casos raros, de causar desconforto, dores de cabeça e até mesmo insónia em algumas pessoas.
Portanto, se você quiser parar de usá-la, depois de certo tempo, é recomendável que reduza a dose durante uma semana ou duas antes de encerrar completamente o tratamento.
4. Flor de maracujá
  • Esta é uma flor exótica, com um cheiro agradabilíssimo, doce e que age como sedativo.
  • A flor de maracujá é ótima para tratar insónia, convulsões e ansiedade.
  • Ela promove o relaxamento, uma vez que reduz a atividade de algumas células no cérebro.
  • Além disso, é eficaz no tratamento de transtornos mentais, tendo menos efeitos colaterais sobre a capacidade cognitiva do que outros medicamentos químicos.
Apesar de ser considerada segura, raramente pode causar tonturas, vómitos, alterações da consciência, confusão, náuseas, ação muscular irregular e um ritmo cardíaco irregular.
5. Ashwagandha
Ashwagandha é frequentemente usada na Ayurveda.
  • Ela é sobretudo utilizada nos tratamentos de insónia e de agorafobia, que é a ansiedade estimulada pelo medo a espaços abertos e grandes multidões.
  • Um estudo randomizado realizado em 2012 incluiu 64 voluntários.
  • Os resultados deste estudo demonstraram que ashwagandha efetivamente reduz os níveis de cortisol, o hormônio associado ao stress.
  • Você pode usar esta erva em forma de chá ou como um suplemento (cápsulas).
  • Se quiser consumi-la e não encontrar na sua cidade, existem lojas na internet que vende a planta em cápsulas (pesquise no Google).
Efeitos colaterais: Esta planta é considerada segura se consumida por via oral por um período curto de tempo.
No entanto, pode provocar efeitos colaterais como vómitos, diarreia ou dor de estômago.
6.Rhodiola
  • Muito comum na medicina chinesa, a rhodiola trata exaustão e fadiga crónica, diminuindo stress e promovendo mais energia e sensação de bem-estar.
  • Além disso, ela regula náuseas , tremores, falta de ar e tonturas.
  • O uso prolongado e excessivo pode ser perigoso, mas ainda não se conhecem os seus efeitos colaterais secundários.
  • Suplementos desta planta são encontrados com certa facilidade na internet.
7. Camomila
  • Basta tomar uma xícara de chá de camomila todas as noites.
  • Assim, você vai garantir uma noite tranquila, sem ansiedade.
  • A camomila contém poderosos ingredientes ativos, como luteolina, apigenina, e α-bisabolol, que relaxam o corpo graças à redução da pressão arterial.
8. Alecrim
  • Esta erva benéfica tem propriedades neuroprotetoras.
  • A fim de melhorar a sua memória e o desempenho cognitivo, você pode sentir o cheiro da erva fresca ou ingerir seu chá – o que também vai reduzir a tensão.
É bom procurar um médico antes de usar a erva para algum tratamento.
Não é seguro consumir o alecrim sem diluí-lo.
O uso excessivo (muito exagerado mesmo!) da erva pode causar vermelhidão da pele, reações alérgicas, sangramento uterino, irritação no rim, vómitos e aumento da sensibilidade ao sol.
9. Baunilha
  • Algumas pessoas ficam mais relaxadas só em sentir o cheiro de baunilha.
  • Por isso há muitos cremes e velas à base desse ingrediente.
Apesar de ser natural e segura, a baunilha pode causar dores de cabeça, inchaço, irritação ou insónia, se não for consumida com moderação.
10.Erva-cidreira
  • Reduz a ansiedade e aumenta a qualidade de vida em casos de demência grave.
  • Além disso, a erva-cidreira promove mais tranquilidade, fortalece a memória e a atenção.
  • É uma alternativa barata e segura, mas pode causar – se usada em excesso – dor abdominal, náusea, tonturas e vómitos.
O ideal é que os adultos consumam durante um mês, enquanto as crianças apenas por uma semana.
PARA TERMINAR…
  • Os antidepressivos naturais são seguros.
  • Mas não pode haver consumo exagerado.
  • E, mesmo naturais, o ideal é que sejam prescritos por seu médico.
Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.
[in:curapelanatureza.com]


Por isso abraça pela tua saúde, e pela saúde dos teus amigos e familiares!

Além de ser uma demonstração de afeto, o abraço também é capaz de prevenir doenças relacionadas ao stresse e diminuir a susceptibilidade de contrair infecções, segundo um estudo publicado na Psychological Science.

Um equipa de pesquisadores da CMU (Universidade Carnegie Mellon), em Pittsburgh, na Pensilvânia (EUA), liderados pelo professor de psicologia da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da CMU, Sheldon Cohen, testaram se abraços funcionam como uma forma de “apoio social” e se a frequência de abraço seria capaz de proteger as pessoas de infecções associadas ao stresse, resultando em sintomas mais brandos de doenças. Pesquisas anteriores já mostraram que o stresse torna as pessoas mais suscetíveis a ficarem doentes.

Sabemos que pessoas que enfrentam algum conflito são menos capazes de lidar com efeitos da gripe”, afirma Cohen. “Da mesma forma sabemos que as pessoas que admitem ter apoio social são parcialmente protegidas dos efeitos do stresse, em estados de ansiedade e depressão”.

Os pesquisadores analisaram 404 adultos saudáveis e, por meio de entrevistas telefónicas realizadas em 14 noites consecutivas, verificaram a frequência de conflitos inter-pessoais e abraços diários.

Após os questionários, os pesquisadores expuseram intencionalmente os entrevistados ao vírus da gripe. Os participantes foram então colocados em quarentena e passaram a ser monitorizados para ver quais desenvolveriam sinais da doença.

Um terço das pessoas pesquisadas não desenvolveu os sintomas da gripe — exatamente aqueles que receberam mais abraços e apoio de pessoas de confiança.

Em quem foi infectado, mas tinha uma frequência maior de apoio social, como os cientistas chamaram o ato de abraçar no estudo, os sintomas da doença foram mais brandos.

Para Sheldon Cohen e a sua equipa, o estudo sugere que ser abraçado por uma pessoa de confiança pode atuar como um meio eficaz de transmitir apoio e “o aumento da frequência de abraços pode ser um meio eficaz de reduzir os efeitos nocivos do stresse”.

“De qualquer maneira, aqueles que ganham mais abraços estão, de alguma maneira, mais protegidos de infecções”, diz.

Por isso, vamos abraçar mais… Não custa nada para quem os dá e ajuda muito quem os recebe!


[in:soparamulheres]


Há sintomas da depressão que são bem conhecidos: tristeza, pessimismo, apatia…

 Mas é um erro (ainda bastante comum) confundir a depressão com “mera tristeza”, minimizando a sua gravidade. A depressão é uma doença física. Ela está ligada ao desequilíbrio químico dos neurotransmissores e requer acompanhamento psiquiátrico adequado, desde o diagnóstico até o tratamento em si. Sem estas medidas, a depressão tende a se agravar.
 Além dos sintomas ligados ao desânimo, também existem sensações físicas que podem indicar a doença.

 1. Cansaço ou fadiga 

 A psicóloga e psicanalista Priscila Gasparini Fernandes, da Universidade de São Paulo (USP), explica que “a falta da produção adequada dos neurotransmissores serotonina, noradrenalina e dopamina gera uma prostração muito grande em pacientes”, provocando fraqueza, cansaço, desânimo e falta de iniciativa para qualquer atividade.

 2. Distúrbios do sono 

 Ou o paciente dorme demais, buscando no sono uma fuga da realidade, ou não consegue dormir, porque não é capaz de se desligar dos problemas que o levaram à depressão. O resultado é um sono de má qualidade. O paciente não descansa o necessário, daí a piora no rendimento em suas atividades.

3. Problemas digestivos 

A depressão envolve a diminuição de produção dos neurotransmissores, como a serotonina e a noradrenalina, que são responsáveis pela modulação da dor e pelo equilíbrio emocional. Por isso, o paciente apresenta maior sensibilidade à dor gastrointestinal, muito comum em quadros depressivos. 

4. Mudanças no apetite e no peso 

A depressão altera o apetite, seja para a falta, seja para o excesso, provocando perda ou ganho de peso de acordo com cada indivíduo. É necessário observar o comportamento anormal e buscar ajuda para o adequado diagnóstico e tratamento. É possível que o quadro seja de anorexia ou bulimia, diferentes da depressão, mas capazes de levar a ela.

 5. Dor de cabeça 

O indivíduo com depressão acumula sintomas emocionais, frustrações, medos e inseguranças e os descarrega no corpo, somatizando-os, afirma a psicóloga Priscila. Daí as dores de cabeça. É um processo inconsciente: o individuo não tem controle sobre isso. É preciso procurar ajuda profissional.
6. Tensão na nuca e nos ombros 

Em decorrência da somatização, o paciente depressivo fica em constante estado de alerta, ansiedade e nervosismo, o que se reflete na tensão da musculatura, principalmente da nuca e dos ombros.

 7. Dores generalizadas 

O corpo todo apresenta sensação de dor, mas as costas e o peito são os mais afetados. É que o cansaço próprio da depressão compromete a postura física do paciente, piorando a tensão e as dores musculares. A falta de atividades físicas agrava ainda mais o quadro.

 8. Imunidade baixa 

 A pessoa com depressão se sente mal, física e mentalmente, o que pode interferir na imunidade. Ocorre uma liberação descontrolada de hormônios quando não estamos bem emocionalmente, afetando as células de defesa.
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Nada melhor para animar o espírito do que o sexo, devido ao seu efeito estimulante sobre aprodução hormonal. Alguns hormônios são absorvidos pelas paredes vaginais, influenciando de forma positiva o sistema nervoso.
O semém e o contato íntimo produzem químicos potentes e potencialmente viciantes que provocamalterações de humor. Entre eles a testosterona, os estrogênios, a prolactina, a hormona luteínizante e a prostaglandina.
Os estudos demonstram que o sexo monogâmico pode ser uma forma de driblar a depressão, já que o uso de preservativo reduziria a absorção dos hormônios pela parede vaginal.


Os hormônios regulam as funções do corpo e também a capacidade de lidar com o estresse, por isso, sem os níveis hormonais adequados não é possível ter um funcionamento sexual ou cerebral eficiênte, e apesar de não ser possível controlar de forma direta as alterações hormonais, buscar ter uma vida saudável no que diz respeito à sua intimidade, mas também a alimentação, atividade física, sono e controle da pressão arterial, são boas atitudes a tomar para buscar o equilíbrio hormonal

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Medo ou desconhecimento?

Nesse artigo conheça 8 sintomas de pessoas que levam a vida com o que chamados de “depressão mascarada”, doença que elas tentam esconder ou mesmo que nem sabem que têm.

 Embora a sociedade atual demonstre, de modo geral, um maior conhecimento sobre a depressão, o que se vê, muitas vezes, é uma compreensão equivocada desta doença e de seus sintomas. ou tratar-se de uma doença marcada por um estigma, nem sempre conseguimos identificar familiares ou pessoas próximas que estejam lutando contra a depressão.

Pior ainda: devido às concepções equivocadas sobre os diferentes modos de manifestação da doença, e o tipo de ajuda a ser buscado, muitos indivíduos que sofrem de depressão não recebem o devido diagnóstico. O resultado disso é que muitos indivíduos convivem com uma depressão mascarada – ou seja, invisível para as pessoas que os cercam, ou mesmo para eles próprios. Além disso, nos casos em que não recebeu o diagnóstico adequado, o indivíduo tenderá a lidar com seus problemas de modo a esconder a depressão, e terá dificuldades para reconhecer os verdadeiros sintomas da doença.~

 É preciso deixar de lado a concepção de que o sofrimento é sempre visível. Deste modo, será possível compreender melhor e oferecer ajuda aos que lutam contra as doenças não manifestas. Listamos, a seguir, alguns sinais de uma pessoa que talvez sofra de uma depressão mascarada.

 1. Ela talvez “não pareça deprimida”

Influenciados por estereótipos culturais e veiculados pela mídia, muitos têm uma imagem equivocada do comportamento e da aparência do indivíduo com depressão. Na visão do senso comum, esta pessoa raramente sai de seu quarto, veste-se com desleixo, e parece estar sempre triste. Porém, nem todos que sofrem de depressão têm o mesmo comportamento. Claro que os indivíduos são diferentes, assim como variam os sintomas e a capacidade de cada um de lidar com a doença.

 Muitos conseguem exibir um “verniz” de boa saúde mental – como mecanismo de autoproteção –, mas o fato de serem capazes de fazê-lo não significa que eles sofram menos. Do mesmo modo, as pessoas incapazes de mostrar tal “verniz” não são mais “fracas” que as demais.

2. Ela pode parecer exausta, ou queixar-se de um cansaço constante

Um efeito colateral da depressão é um cansaço permanente. Embora este sintoma não se manifeste em todos que sofrem de depressão, ele é muito comum. Em geral, é um dos piores efeitos colaterais desta doença. Além disso, se o indivíduo não recebeu o diagnóstico de depressão, a causa deste cansaço pode ser uma incógnita. Mesmo que ele durma um número suficiente de horas à noite, talvez acorde na manhã seguinte como se tivesse dormido pouco. Pior que isso: talvez ele culpe a si mesmo, atribuindo isso à preguiça ou então que algum defeito de sua personalidade esteja causando esta sensação de fraqueza e falta de energia. Este sintoma também acaba se tornando uma dificuldade para quem recebeu o diagnóstico de depressão, mas tenta ocultá-la dos amigos e colegas. Isso porque esta sensação de cansaço afeta o seu ritmo de trabalho e também os seus relacionamentos pessoais.

3. Ela poderá ficar mais irritadiça

O comportamento de uma pessoa com depressão pode ser interpretado equivocadamente, como melancolia. É muito comum que a pessoa deprimida fique mais irritadiça, e que isso não seja interpretado como um sintoma da doença. Isso é compreensível, já que a depressão não é problema de saúde “visível”, e tampouco pode ser medido com precisão – o que dificulta o combate à doença. Além disso, o esforço constante exigido do indivíduo para lidar, ao mesmo tempo, com as inúmeras demandas de sua vida cotidiana, e com a depressão, suga suas energias, deixando-o impaciente e incapaz de ter a compreensão exata sobre as coisas.

 Se o seu amigo ou conhecido recebe o diagnóstico de depressão, e compartilha esta informação com você, uma dificuldade poderá surgir, caso o comportamento desta pessoa não corresponda à imagem (equivocada) que se tem de uma pessoa com depressão: um indivíduo tímido e calado. A tendência a ter “pavio curto” e a irritar-se com facilidade é, na verdade, um efeito colateral da depressão.

4. Para ela, pode ser difícil corresponder ao afeto e preocupação das pessoas ao redor 

A ideia equivocada mais comum em relação à depressão, sugerida nos parágrafos acima, é que ela causa um sentimento de tristeza. Pelo contrário: muitas vezes, o indivíduo com depressão não sente nada; ou então vive as emoções de modo limitado ou passageiro.

 Depende de cada caso, mas muitos relatam um sentimento parecido com o “torpor”, e o mais próximo que chegam de uma emoção é uma espécie de tristeza, ou irritação. Deste modo, o indivíduo terá dificuldade para corresponder de modo adequado a gestos ou palavras afetuosas. Ou então nem se dará ao trabalho de manifestar qualquer reação. Talvez demonstre uma irritação nada racional: é possível que o cérebro dele tenha dificuldades para processar e corresponder ao seu afeto e carinho.

 5. Talvez recuse a participar de atividades de que gostava muito

Uma atípica falta de interesse em participar de atividades – e durante um longo período – pode ser um sinal de depressão. Conforme mencionado acima, esta doença drena a energia do indivíduo tanto no plano físico quanto no mental – o que afeta sua capacidade de sentir prazer com as atividades cotidianas. Um indivíduo com depressão talvez não se sinta mais atraído por atividades que adorava no passado, pois esta doença acaba dificultando o desfrute de tais atividades, que não satisfazem mais o indivíduo. Se não há nenhum outro sinal visível que possa explicar o interesse cada vez menor do indivíduo por estas atividades, este talvez seja um sintoma de depressão clínica.

6. Talvez passe a ter hábitos alimentares incomuns 

O indivíduo deprimido desenvolve hábitos alimentares incomuns por duas razões: como um modo de lidar com a doença, ou como um efeito colateral da ausência do cuidado consigo mesmo. Comer pouco ou em demasia é um sinal comum de depressão. A ingestão excessiva de alimentos é vista como vergonhosa, e neste caso a comida talvez seja a principal fonte de prazer da pessoa com depressão, o que a faz comer além do necessário.

Quando o indivíduo depressivo come pouco, em geral é porque a doença está afetando seu apetite, transformando o ato de comer em algo desagradável. Isso também pode ser uma necessidade subconsciente de controlar algo, já que ele não é capaz de controlar sua depressão.

Se a pessoa não recebeu o devido diagnóstico, ou se omitiu diante das pessoas o fato de estar deprimida, elas poderão considerar que os hábitos alimentares “errados” se devem a um defeito de personalidade, e tal “julgamento” fará com que o indivíduo deprimido se sinta ainda pior.

7. Os outros talvez passem a exigir mais de você 

Naturalmente, as funções vitais de um indivíduo com depressão não podem ser as mesmas de alguém com boa saúde mental. Haverá coisas que ele não será mais capaz de fazer com a mesma frequência, ou abandonará de vez. Perturbá-lo ou fazer com que ele se envergonhe por causa disso só tende a causar mágoas, em vez de ajudar.

 Se a depressão é um assunto que ele tem tido dificuldade de abordar, será igualmente difícil para ele lidar com alguém que fique irritado diante de sua incapacidade de agir do mesmo modo que uma pessoa mentalmente sadia. Por isso, convém sempre ser compreensivo com as pessoas, seja de seu círculo profissional ou do pessoal. Não há como saber se um indivíduo está simplesmente “desacelerando”, ou se está enfrentando um verdadeiro problema de saúde.

 8. Ela poderá ter dias ruins, e dias “melhores”

Trata-se de uma doença com altos e baixos. Se o indivíduo sofre de uma depressão mascarada, ou não diagnosticada, pode parecer que suas flutuações de humor são aleatórias, dependendo da regularidade de sua depressão. Para você (e mesmo para ele, no caso de ele não ter recebido um diagnóstico), talvez não haja uma motivação para as alterações de humor, mas esta é simplesmente a maneira como a depressão se manifesta em algumas pessoas.

Se você sabe que o indivíduo sofre de depressão, poderá ter a falsa impressão de que ele, tendo passado por uma sequência de dias “bons”, está definitivamente curado. O fato de ele ter passado um dia melhor do que na véspera pode ser excelente, mas convém que você sempre lhe peça para que ele deixe claro o que consegue ou não fazer, e em que momentos. Concluir que o indivíduo que sofria de depressão está plenamente recuperado, ou forçá-lo a retomar rapidamente a rotina normal poderá sobrecarregá-lo, e fazer com que ele se “retraia” novamente.
 Ofereça apoio ao amigo ou parente com depressão, mas deixe aquele tome as decisões necessárias.
Encontrei este texto e adorei ! Só o titulo me chamou logo a atenção." Largue o copo", (não sejam maldosas, eu não tenho problemas com o álcool :)  ) e quando comecei a ler, fez me pensar que é verdade. Não é por estaremos sempre a falar de um problema que vamos resolve.lo. Sim é preciso é tentar arranjar soluções ou mesmo procurar ajuda, de forma a solucionar o problema e não, deixar que nos empurre para baixo.

PENSE NISTO....

Largue o copo...

Uma psicóloga falando sobre como gerir o stress em uma palestra levantou um copo de água. 

Todos pensaram que ela perguntaria "Meio cheio ou meio vazio?".
Mas com um sorriso no rosto ela perguntou
"Quanto pesa este copo de água?"
As respostas variaram entre 100 e 350g.
Ela respondeu: "O peso absoluto não importa.
Depende de quanto tempo você o segura.
Se eu segurar por um minuto, não tem problema.
Se eu o segurar durante uma hora, ficarei com dor no braço.
Se eu segurar por um dia meu braço ficará amortecido e paralisado. Em todos os casos o peso do copo não mudou, mas quanto mais tempo eu o segurava, mais pesado ele ficava".
Ela continuou: "O stress e as preocupações da vida são como aquele copo de  água.
Eu penso sobre eles por um tempo e nada acontece.
Eu penso sobre eles um pouco mais de tempo e eles começam a machucar.
E se eu penso sobre eles durante o dia todo me sinto paralisada,
incapaz de fazer qualquer coisa".

Então lembre-se de "largar o copo"....Pense Nisso....!!!

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Beijinhos positivos :)